A Câmara Municipal da Amadora acaba de lançar um concurso para atribuição de 48 novas habitações de Custos Controlados e em Regime de Renda Reduzida, no âmbito da sua Estratégia Local de Habitação.
São 46 apartamentos T1 e 2 apartamentos T2 localizados na Rua Principal, 6, 8 e 10, no Cerrado da Mira (https://maps.app.goo.gl/fQ56Bu6f56u9FUWM8), na freguesia da Mina de Água, que vêm aumentar a oferta de habitação pública municipal no território da Amadora, através de uma nova geração de habitação inovadora e sustentável.
Podem concorrer pessoas que residam ou trabalhem no Município da Amadora há pelo menos 3 anos. A renda calculada será em função do rendimento médio mensal do agregado, que não poderá ser superior a 2.148,52€ (quatro vezes o IAS - Indexante dos Apoios Sociais). Pretende-se ainda garantir que a taxa de esforço não ultrapasse os 35% do rendimento médio mensal, tornando a habitação mais acessível e ajustada aos rendimentos das famílias.
Renda Reduzida = Taxa de esforço 35% x RMM (Rendimento Médio Mensal)
Limites máximos e mínimos:
T1 – Renda Máxima - 480€ (80% do valor da Portaria n.º 53/2024, de 19 fev.)
T1 – Renda Mínima - 384€ (80% do valor da renda máxima)
Limites máximos e mínimos:
T1 – Renda Máxima - 480€ (80% do valor da Portaria n.º 53/2024, de 19 fev.)
T1 – Renda Mínima - 384€ (80% do valor da renda máxima)
T2 – Renda Máxima 620€ (80% do valor da Portaria n.º 53/2024, de 19 fev.)
T2 – Renda Mínima 496€ (80% do valor da renda máxima)
T2 – Renda Mínima 496€ (80% do valor da renda máxima)
A composição do agregado habitacional deve obedecer à tipologia a que o candidato concorre, observando os seguintes limites máximos:
a) Agregados até 2 elementos - T1
b) Agregados até 4 elementos - T2
a) Agregados até 2 elementos - T1
b) Agregados até 4 elementos - T2
Os contratos de arrendamento são celebrados pelo prazo máximo de cinco anos.
Consulte o Regulamento e o Aviso de Abertura.
As candidaturas estão abertas até ao dia 19 de junho, através do formulário de candidatura onde está disponível um Simulador que permitirá avaliar de forma rápida a elegibilidade do candidato.
A construção destas novas habitações foi financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência – PRR, com um apoio financeiro da União Europeia no valor de 7.382.710.86€ e a empreitada foi adjudicada, por concurso público internacional, ao Grupo Casais. Este conjunto habitacional foi edificado através de uma solução de construção pré-fabricada, com recurso ao sistema CREE, que utiliza a madeira como a principal matéria-prima natural renovável, uma solução técnica capaz de produzir edifícios híbridos sustentáveis e com menos efeitos poluentes.
Construção inovadora e sustentável
O conjunto habitacional do Cerrado da Mira representa o primeiro exemplo de construção híbrida no concelho, focada na modularidade e conforto, por recurso à madeira, enquanto matéria-prima renovável. Tendo como principal característica o pré-fabrico padronizado, trata-se de uma construção facilitadora da reutilização de materiais e do reforço da economia circular.
Este modelo traduz uma solução inovadora que permite igualmente um maior controlo dos recursos e dos materiais, um menor desperdício, uma produção mais célere e uma economia significativa de custos, com ganhos ao nível ecológico e da eficiência energética, ou seja, da sustentabilidade ambiental. O sistema construtivo CREE permite uma redução de resíduos na ordem dos 70%, uma redução da poluição sonora de mais de 50%, uma redução da pegada de carbono de 59%, já que apenas utiliza 1/3 de betão, por comparação com a construção tradicional e uma economia de tempo de construção entre 50% a 70%, graças ao pré-fabrico modular.
O conjunto habitacional do Cerrado da Mira representa o primeiro exemplo de construção híbrida no concelho, focada na modularidade e conforto, por recurso à madeira, enquanto matéria-prima renovável. Tendo como principal característica o pré-fabrico padronizado, trata-se de uma construção facilitadora da reutilização de materiais e do reforço da economia circular.
Este modelo traduz uma solução inovadora que permite igualmente um maior controlo dos recursos e dos materiais, um menor desperdício, uma produção mais célere e uma economia significativa de custos, com ganhos ao nível ecológico e da eficiência energética, ou seja, da sustentabilidade ambiental. O sistema construtivo CREE permite uma redução de resíduos na ordem dos 70%, uma redução da poluição sonora de mais de 50%, uma redução da pegada de carbono de 59%, já que apenas utiliza 1/3 de betão, por comparação com a construção tradicional e uma economia de tempo de construção entre 50% a 70%, graças ao pré-fabrico modular.
Mais informações:
DHRU - Departamento de Habitação e Requalificação Urbana
Morada: Av. 11 de setembro de 1979, 36 - 2700-624 Amadora
Telefone: +351 214 369 070
E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

