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Reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil | Amadora, cidade resiliente

 

Decorreu hoje, 24 de abril, nos Recreios da Amadora, uma reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil (CMPC), organismo que assegura que todas as entidades e instituições de âmbito municipal imprescindíveis às operações de proteção e socorro, emergência e assistência previsíveis ou decorrentes de acidente grave ou catástrofe se articulam entre si.

O presidente da Câmara Municipal da Amadora, Vítor Ferreira, reafirmou a importância da comissão. “A vossa presença aqui traduz-se no compromisso que partilhamos: nenhum momento de crise apanha a nossa cidade desprevenida e nenhum munícipe vai enfrentar a adversidade sozinho”, sendo que a CMPC “é, precisamente, a garantia de que essa articulação existe, que é real e que é eficaz”, reforçou.

O autarca destacou ainda que todos os presentes “trazem meios, conhecimento e responsabilidade próprios, e é da soma de todos que nasce a capacidade de resposta que os nossos cidadãos merecem e esperam de nós”.
Vítor Ferreira fez ainda um reconhecimento especial ao Serviço Municipal de Proteção Civil da Câmara Municipal da Amadora e ao seu comandante, pois, além de “incansáveis, trabalham muitas vezes longe dos holofotes, na prevenção silenciosa que evita que as emergências aconteçam, e na resposta rápida e dedicada quando acontecem. É um trabalho que exige disponibilidade permanente, técnica apurada e, acima de tudo, uma enorme dedicação ao serviço público”, concluiu.

Durante a sessão, foi feito um ponto de situação do Plano de Contingência para os eventos de grande impacto, além da apreciação e definição de prazos do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil - PMEPC do Município da Amadora, no qual esta Comissão tem um conjunto de competências atribuídas.

Mais uma vez, o município diz "presente" e assume a sua condição de parceiro ativo na construção de uma cidade mais segura, mais resiliente e mais preparada para o inesperado.

Recordamos que a Amadora foi o primeiro município português a aderir à Campanha Internacional da ONU “Construindo Cidades Resilientes” e tem investido anualmente mais de 3 milhões de euros na resiliência da cidade: das infraestruturas críticas aos programas de sensibilização, na capacitação operacional, nos projetos comunitários e no sistema de aviso e alerta.