Para assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental, a Câmara Municipal da Amadora promove, no próximo dia 10 de outubro (sábado), entre as 17h00 e as 19h00, uma Conversa de Café subordinada ao tema “Faz mal não estar bem?”.
A iniciativa terá lugar na esplanada do É um Restaurante, no Parque Central da Amadora, e é aberta a toda a comunidade. Pretende proporcionar um espaço informal de reflexão, diálogo e partilha em torno da saúde mental e da importância de reconhecer e expressar aquilo que sentimos.
Para tal, contará com a participação de:
- Américo Nave, Psicólogo e Diretor Executivo da Associação CRESCER;
- Carolina Matos, Musicoterapeuta da Fundação AFID Diferença;
- Susana Guimarães, Psicomotricista, Terapeuta e Diretora Técnica da Associação Recomeço.
A entrada é livre e não é necessária marcação prévia.
Num ambiente descontraído, esta Conversa de Café pretende promover a sensibilização para as questões relacionadas com a saúde mental, contribuindo para a promoção do bem-estar e para o combate ao estigma e aos preconceitos que ainda persistem em torno da doença mental.
Falar sobre saúde mental é também uma forma de cuidar de nós e dos outros. Reconhecer que não estamos bem, partilhar o que sentimos e procurar ajuda quando necessário são passos importantes para cuidar do nosso bem-estar. Criar espaços onde seja possível abordar estas questões de forma aberta, sem julgamentos ou preconceitos, é fundamental para combater o estigma associado à doença mental e reforçar a importância de pedir ajuda.
A iniciativa conta com a parceria da Recomeço, que desenvolve na Amadora um trabalho de apoio a pessoas com doença mental, e com a colaboração da Associação CRESCER.
Esta atividade integra o Plano de Ação do Plano Municipal para a Inclusão Social 2026-2030, que tem como objetivo contribuir para a construção de uma Amadora cada vez mais acessível e inclusiva para todas as pessoas. O plano define como uma das prioridades de intervenção “Combater o estereótipo e preconceito contra pessoas com deficiência e incapacidade”, reconhecendo a importância da sensibilização da comunidade para a promoção da igualdade, da inclusão e do respeito pela diferença.
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