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Amadora na linha da frente das Cidades Resilientes

Amadora na linha da frente das Cidades Resilientes

A redução de risco de desastre tem cada vez mais vindo a adquirir um papel de destaque nos quadros de ação das entidades e da administração governamental, a várias escalas.

O risco, apesar de nunca poder ser reduzido a um valor nulo, pode e deve ser reduzido ao máximo, de forma a garantir a segurança das pessoas, bens e do património dentro de cada área geográfica.

Nos últimos anos, o Município da Amadora tem investido, de uma forma responsável, nos domínios que caracterizam os vários momentos do ciclo da catástrofe: a preparação, o socorro e a recuperação.

Foi nesse pressuposto que, em 2010, o Município da Amadora, o primeiro em Portugal, se associou à campanha da Estratégia Internacional para a Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas (EIRD-ONU) “Construir Cidades Resilientes (2010-2020)”.

Face às boas práticas desenvolvidas pelo município no âmbito da resiliência, a EIRD-ONU designou a Amadora “Cidade Modelo” em 2016, facto que é realçado na publicação editada este ano “Making Cities Sustainable and Resilient: Lessons learned from the Disaster Resilience Scorecard assessment and Disaster Risk Reduction (DRR) action planning“.

 “Making Cities Sustainable and Resilient: Lessons learned from the Disaster Resilience Scorecard assessment and Disaster Risk Reduction (DRR) action planning“