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Raças potencialmente perigosas e seus cruzamentos

Raças potencialmente perigosas e seus cruzamentos
Algumas considerações a ter em conta, no que toca às raças potencialmete perigosas:
 
 
Circulação
 
Para circular, os animais de raças potencialmente perigosas (e cruzamentos) e os cães perigosos (cat. H da Portaria n.º 421/04 de 24 de abril), deverão:
  • Ser conduzidos por detentor maior de 16 anos
  • Ter colocado açaimo funcional, devidamente colocado que não permita que o animal coma ou morda
  • Ser conduzidos com trela até 1 metro de comprimento, que deve ser fixa a uma coleira ou peitoral
  • Registo e licenciamento
 
 
É necessária ainda a documentação/pré-requisitos exigidos no âmbito do Lei n.º 46/2013, de 4 de julho, ou seja:
  • Identificação eletrónica (microchip)
  • Vacinação anti-rábica
  • Registo criminal
  • Seguro de responsabilidade civil
  • Esterilização (castração ou ovariohisterectomia)
  • Treino
 
 

São consideradas raças potencialmente perigosas, segundo a Portaria n.º 422/2004, de 24 de abril:

 

Cão de Fila Brasileiro


Dogue Argentino


Pit Bull Terrier


Rottweiller


Staffordshire Bull Terrier


Staffordshire Terrier Americano


Tosa Inu

 


Endereço:

Av. Regimento de Comandos
Alto das Cabaças – entre a rotunda do “Lido” e a rotunda do Hospital Dr. Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra) – Venteira (2700-192) – Em frente à paragem do autocarro
 

Telefones:

+351 214 928 412
+351 214 931 507