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Amadora mantém aposta na integração de migrantes e lança o 2.º Plano Municipal para a Integração de Migrantes da Amadora 2018-2020

Amadora mantém aposta na integração de migrantes e lança o 2.º Plano Municipal para a Integração de Migrantes da Amadora 2018-2020

Apresentação pública | 21 maio | 14h00 | Recreios da Amadora

Decorre no próximo dia 21 de maio, Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, a apresentação pública do 2.º Plano Municipal para a Integração de Migrantes.

A sessão conta com a participação da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro e do Alto-comissário para as Migrações, Pedro Calado.

Enquadramento
A cidade da Amadora tem uma forte matriz multicultural decorrente de uma elevada presença de comunidades estrangeiras no seu território, e que de acordo com os dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de 2016, representam cerca de 9% do total da população divididas por 99 diferentes nacionalidades.
Face a esta realidade e a valorização que a cidade e as suas instituições atribuem à diversidade foi construído o 1.º Plano Municipal para a Integração de Imigrantes que decorreu de uma candidatura ao Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINT), fonte de financiamento gerida pelo Alto Comissariado para as Migrações e que decorreu no período de 2015 a 2017.
Após os bons resultados obtidos, foi elaborado o 2.º Plano, em conjunto com os parceiros do município na área das migrações.
Assim, durante o ano de 2017 e em colaboração com parceiros locais e nacionais o município elaborou o 2.º Plano Municipal para a Integração de Migrantes, que irá ser implementado no período de 2018 a 2020 e é o instrumento de planeamento de referência na cidade para o desenvolvimento de ações que promovam a integração de imigrantes na Amadora.

No âmbito desta estratégia, ficou definido que o objetivo geral deste instrumento de planeamento na área das migrações, seria o de combater os estereótipos e os preconceitos, o respeito pela diversidade, o reforço da coesão social, da igualdade de oportunidades, a melhoria dos serviços de acolhimento e integração e a aposta na capacitação das comunidades imigrantes e das suas instituições representativas, pelo que as áreas de intervenção prioritárias do Plano serão as seguintes:

  • Serviços de Acolhimento, Integração e Solidariedade
  • Emprego, Educação e Capacitação
  • Cultura, Cidadania e Participação Cívica
  • Media e Sensibilização da Opinião Pública