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Exposições

Exposições

O Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira tem patente um conjunto de exposições, permanentes e temporárias, que pretendem dar a conhecer a História da Amadora.

Exposições permanentes:

As exposições permanentes pretendem abordar a ocupação humana deste território através da presença dos primeiros vestígios materiais recolhidos, atribuíveis ao período Paleolítico, com a exposição “Antes da Amadora”; passando pelo retrato de uma região marcadamente agrícola, desde tempos medievais e que foi sendo preenchida por moinhos de vento, quintas apalaçadas e um aqueduto que a dividiu em dois através das exposições “Amadora Rural” e “Aqueduto das Águas Livres”. Existe ainda outra mostra permanente que recorda o grupo pioneiro da aviação em Portugal, G.E.A.R., que na Amadora ganhou asas.

- “Antes da Amadora” e “Amadora rural”
Remontam ao séc. XIX as primeiras descobertas arqueológicas no atual território da Amadora. Desde então são inúmeros os trabalhos arqueológicos desenvolvidos que permitem conhecer a ocupação humana mais remota e que se reflete na exposição “Antes da Amadora”. A ruralidade foi, também, uma das marcas deste espaço, localizado às portas de Lisboa, até à chegada do caminho-de-ferro, em 1887 e que importa agora registar na exposição “Amadora Rural”.

- "Aqueduto das Águas Livres"
Marca incontornável do território da Amadora, a partir do século XVIII, o Aqueduto das Águas Livres é mostrado em toda a sua dimensão e facetas.

- Exposição "A Aviação na Amadora"
Mostra que dá a conhecer a história do surgimento da aviação em Portugal, nomeadamente do grupo G.E.A.R. - Grupo de Esquadrilhas de Aviação República, sua implementação e crescimento na Amadora.
Criado em 1919, o G.E.A.R. estava sediado na Amadora e aqui funcionou até 1938. Durante quase 20 anos a Amadora foi o palco da partida e de alguns regressos, de várias viagens aéreas com destino às colónias portuguesas em África e na Ásia. Nas instalações do G.E.A.R. decorreram também grandes festivais aéreos que trouxeram à Amadora inúmeros visitantes. Propomo-nos recordar os acontecimentos mais relevantes que decorreram nesta unidade e que espalharam o nome da Amadora pelo país e por vezes, além-fronteiras.

 

Exposições temporárias:

- Exposição | Rostos e Nomes do Património da Amadora. Um Projeto em Construção.
Sinopse: Esta mostra pretende celebrar e recordar as inúmeras pessoas e entidades que ao longo dos anos nos possibilitaram a recolha de testemunhos orais e de inúmeros objetos.
É um reflexo de uma relação de confiança, forjada ao longo dos anos com os rostos e as vozes da comunidade local, que permitiu reunir, e agora apresentar, um conjunto apreciável de documentação, fotografias e outros bens patrimoniais que dignificam o acervo do Museu e enriquecem o conhecimento da história da Amadora.
Patente até dia 7 de maio de 2020.

- "Reflexos da vida e da morte no Moinho do Castelinho"
A exposição temporária "Reflexos da vida e da morte no Moinho do Castelinho", pretende mostrar os resultados obtidos nas escavações de 2017 e 2018, realizadas no âmbito do projeto de investigação “Povoamento em Época Romana na Amadora”. Estas duas campanhas trouxeram novos dados para auxiliar à compreensão da ocupação deste espaço durante a época romana.
Patente até 5 de janeiro de 2020.

 

Horário:
3.ª feira a sábado, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00
Domingo, das 14h30 às 17h30

Entrada: 1,00€
- gratuito aos sábados de manhã
- gratuito p/ grupos escolares, estudantes, crianças e jovens de idade não superior a 18 anos, pessoas portadoras de deficiência, pessoas com mais de 60 anos e funcionários da autarquia.